Millennium: A Garota na Teia de Aranha | Crítica

Millennium A Garota na Teia de Aranha Crítica Woo Who

Lisbeth Salander (Claire Foy) é uma anti-heroína que ataca homens que agridem mulheres, retirando seus bens e passando para as vítimas. Mesmo com sua fama adquirida graças às matérias escritas por Mikael Blomkvist (Sverrir Gudnason) para a revista Millennium, Sallander se mantém longe dos holofotes e faz seu trabalho o mais furtivamente possível. Mas, após ser contratada para recuperar um programa de computador que tem o poder de invadir e controlar todas as armas nucleares do mundo, ela acaba descobrindo uma trama muito maior do que imaginava, que lhe leva a reencontrar alguns fantasmas do seu passado obscuro.

Claire Foy faz um trabalho excepcional, conseguindo passar ao público através do olhar, sentimentos e angustias que de outra forma passariam despercebidos, entregando uma personagem traumatizada por horrores do seu passado que busca através de ajudar outras pessoas, tenta fazer com que sua dor diminua.

A trilha sonora composta por Roque Baños, é um caso a parte, ela se comporta como coadjuvante na história, conseguindo transmitir ao público os tons que as cenas pedem, sem ela, o filme perderia quase metade da sua qualidade.

Fede Alvarez faz um bom trabalho na direção do filme, conduzindo os atos de forma fluida e entregando planos bem desenvolvidos, fazendo com que o espectador embarque na trama e não perceba o tempo passar. Já o roteiro adaptado do livro de David Lagercranz, escrito por Steven Knight, Fede Alvarez e Jay Basu, tem algumas falhas, principalmente no final, que causam certo incomodo, mas que não prejudicam a experiência do público.

No mais, o longa é um ótimo filme de ação, cheio de reviravoltas, que irá agradar ao público em geral. Millennium: A Garota na Teia de Aranha estreia nos cinemas brasileiros dia 8 de novembro.

Confira abaixo trailer do longa:

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