Projeto Gemini | Crítica

Projeto Gemini Crítica Woo Who

Will Smith protagoniza mais um longa de ação dentre os muitos já executados ao longo de sua carreira. Em Projeto Gemini, o sniper Henry Brogan (Will) executa o que parece ser seu último trabalho antes de sua aposentadoria. Com o sucesso da missão Henry retorna ao seu lar decido de uma vez abraçar a aposentadoria.

Após descobrir que está sendo vigiado pela agente Danny (Mary Elizabeth Winstead) e sofrer um atentado de morte, Henry vai em busca de respostas para garantir sua sobrevivência e a de Baron (Benedict Wong) seu amigo de ex fuzileiro. Juntos os três descobrem que o envolvimento de uma célula de pesquisa do governo americano chamada Projeto Gemeni está diretamente ligada ao atentado e que seu maior soldado é a criação do cientista Clay Verris (Clivie Owen), um clone do próprio Henry Brogan, mais jovem e mais forte.

Na busca pelo entendimento do seu passado, o jovem clone entra numa longa briga com seu eu mais velho e vai descobrindo que não passava de um fantoche manipulável do seu pai adotivo, o próprio Clay Verris.

O roteiro e ritmo do filme são equilibrados até metade do segundo ato, quando vemos menos ação e mais diálogos, que não equilibram com os outros aspectos técnicos do filme. A trilha sonora é muito coerente com as cenas, mas não chega a ser marcante. A fotografia do filme tem aspectos bem interessantes, principalmente para promover um conforto maior aos olhos de quem irá assistir o longa no cinema em formato de projeção 3D, aliás precisamos abrir um breve comentário sobre esse assunto.

O filme dirigido por Ang Lee é o primeiro do tipo a usar a tecnologia 3D+ em HFR, a qual permite que haja uma projeção de 60 quadros por segundo, superior aos 24 quadros por segundo do cinema atual. A introdução desse novo formato favorece a experiência do público e proporciona um detalhamento do que está sendo transmitido em tela como nunca foi visto antes. E por mais estranho que sejam os primeiros minutos com a visualização dessa tecnologia, rapidamente a estranheza da experiência vai embora e os olhos se acostumam com a riqueza de detalhes em todos os planos.

Os efeitos especiais acompanham o aspecto de riqueza de detalhes, com uma ressalva para a primeira cena do jovem Will Smith e a última, algo robótico pode ser encontrado nessas duas cenas, principalmente nas expressões faciais dos personagem, o que não acontece ao longo do filme, apenas nas cenas citadas.

Projeto Gemini estreia dia 10 de outubro e será distribuído pela Paramount Pictures.

Confira abaixo o trailer oficial do longa:

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